Caminhando pela cidade e
tomando uma caixinha de “Mocoquinha”, pude fazer a seguinte constatação: “somos
obrigados a jogar o lixo na rua.”
Bem...nós não vamos andar por
aí com a bolsa cheia de lixo, não é mesmo?
Quando falamos em espalhar
caixas de lixo em pontos estratégicos da cidade, as pessoas (se é que podemos
chamar assim) nos dizem: “Pra quê encher a cidade com caixa de lixo? vai ficar
feio!”. Querida pessoa, feio é um lugar podre com animais (urubus) sobrevoando e
deixando um aspecto horrível. É tenebroso você ter como vista panorâmica um
monte de lixo e inalar o seu terrível cheiro.
Mas também, para fazer esse
tipo de urbanismo é necessário um planejamento organizado, e Cruzeiro do Sul
ainda está longe disso. As caixas de lixo não precisam ser aquelas coisas horrorosas
e azuis que a prefeitura distribui nos bairros. Porque não fazer uma coisa mais...digamos...cultural...artesanal?
Aí sim, ia ficar uma coisa bonita, além de limpa iria ser visualmente admirada.
Mas o problema mesmo, são as
pessoas, pedem tanto, mas quando têm não utilizam. Normalmente vemos na rua a
seguinte sena: “alguém come um bombom, por exemplo, e joga a casca na rua”. Daria
muito bem para guardar aquele pequeno papel no bolso e jogar em uma caixa de
lixo mais próxima. Aí nos perguntamos, será mesmo que adiantaria muitas caixa
de lixos para poucas cabeças conscientes?... É... Talvez não, mesmo.
Mas o porquê de tanto lixo
atualmente. É aquela velha teoria, quanto mais consome, mais lixo é produzido. Mas não é qualquer tipo de
consumo, é a industrialização de alimentos, e entre outros. Portanto se for
mesmo continuar essa compulsão exagerada de consumo, o melhor mesmo é criar ou
melhor, espalhar muitas latas de lixo e fazer um bom plano de urbanização nesse
contexto. Senão...o mundo e as cidades vão virar apenas lugares, um dia
habitados por seres que, ao invés de cuidar da sua casa a transformou em um
balde lixo.
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