quarta-feira, 17 de outubro de 2012

O Lixo Nosso de Cada Dia


Caminhando pela cidade e tomando uma caixinha de “Mocoquinha”, pude fazer a seguinte constatação: “somos obrigados a jogar o lixo na rua.”

Bem...nós não vamos andar por aí com a bolsa cheia de lixo, não é mesmo?

Quando falamos em espalhar caixas de lixo em pontos estratégicos da cidade, as pessoas (se é que podemos chamar assim) nos dizem: “Pra quê encher a cidade com caixa de lixo? vai ficar feio!”. Querida pessoa, feio é um lugar podre com animais (urubus) sobrevoando e deixando um aspecto horrível. É tenebroso você ter como vista panorâmica um monte de lixo e inalar o seu terrível cheiro.

Mas também, para fazer esse tipo de urbanismo é necessário um planejamento organizado, e Cruzeiro do Sul ainda está longe disso. As caixas de lixo não precisam ser aquelas coisas horrorosas e azuis que a prefeitura distribui nos bairros. Porque não fazer uma coisa mais...digamos...cultural...artesanal? Aí sim, ia ficar uma coisa bonita, além de limpa iria ser visualmente admirada.

Mas o problema mesmo, são as pessoas, pedem tanto, mas quando têm não utilizam. Normalmente vemos na rua a seguinte sena: “alguém come um bombom, por exemplo, e joga a casca na rua”. Daria muito bem para guardar aquele pequeno papel no bolso e jogar em uma caixa de lixo mais próxima. Aí nos perguntamos, será mesmo que adiantaria muitas caixa de lixos para poucas cabeças conscientes?... É... Talvez não, mesmo.



Mas o porquê de tanto lixo atualmente. É aquela velha teoria, quanto mais consome, mais lixo  é produzido. Mas não é qualquer tipo de consumo, é a industrialização de alimentos, e entre outros. Portanto se for mesmo continuar essa compulsão exagerada de consumo, o melhor mesmo é criar ou melhor, espalhar muitas latas de lixo e fazer um bom plano de urbanização nesse contexto. Senão...o mundo e as cidades vão virar apenas lugares, um dia habitados por seres que, ao invés de cuidar da sua casa a transformou em um balde lixo.

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